27 de dezembro de 2010
28 de novembro de 2010
15 de novembro de 2010
VISITA A NOSSA SENHORA APARECIDA
Posso dizer que foi um dia maravilhoso,só nã esperava que teria tanta gente neste dia.
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| Entrada da cidade |
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| Vista da Basilica |
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| Basilica de Nossa Senhora Aparecida |
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| Escadaria da Basilica |
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| Olha eu ai na entrada da Basilica |
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| O Juka na entrada tbm. |
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| Sala das promessas |
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| Passarela para chegar até o Cruzeiro. |
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| Uma pausa para descansar |
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| Que amor... |
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| Olha ai o nosso ônibus |
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| Noroeste,a maquininha vermerlha |
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| Dentro do ônibeus na hora de vim embora. |
5 de novembro de 2010
ANIVERSÁRIOS
25 de outubro de 2010
AMANHECER (fotos)
ACHEI ESTE VIDEO COM ALGUMAS FOTOS DO FILME "AMANHECER" DA SAGA CREPÚSCULO...MUITO LINDO O VIDEO,MOSTRA BEM O AMOR DE BELLA E EDWARD CULLEN...UM AMOR QUE SUPERA QUALQUER OBSTÁCULO.
17 de outubro de 2010
NOVO HORÁRIO
É pessoal estamos no horário de verão...
Agora começa aquele calor que nos "derrete" deixa a gente desanimado...eu particularmente não gosto de calor prefeiro o frio,o jeito é acostumar com este horário novo...mas por outro lado o calor e o horário de verão traz alguns beneficios para nos;podemos tomar muuuuito sorvete,beber bastante suco,água,cair na piscina,andar de blusinha leve,tomar banho na água frio e fora que vamos economizar a energia de nosso país.
O jeito é aproveitar esse clima quente.
NIRVANA
Deu uma saudade dessa inesquecivel banda que fez muito sucesso e mesmo até hoje com o vocalista KURT COBAIN(falecido)o sucesso continua...
Vale a pena relembrar.
5 de outubro de 2010
Para refeltir
A arte de ser feliz
Houve um tempo em que minha janela
se abria sobre uma cidade que parecia
ser feita de giz. Perto da janela havia um
pequeno jardim quase seco.
Era uma época de estiagem, de terra
esfarelada, e o jardim parecia morto.
Mas todas as manhãs vinha um pobre
com um balde e, em silêncio, ia atirando
com a mão umas gotas de água sobre
as plantas. Não era uma rega: era uma
espécie de aspersão ritual, para que o
jardim não morresse. E eu olhava para
as plantas, para o homem, para as gotas
de água que caíam de seus dedos
magros e meu coração ficava
completamente feliz.
Às vezes abro a janela e encontro o
jasmineiro em flor. Outras vezes
encontro nuvens espessas. Avisto
crinças que vão para a escola. Pardais
que pulam pelo muro. Gatos que abrem
e fecham os olhos, sonhando com
pardais. Borboletas brancas, duas a
duas, como refelectidas no espelho do ar.
Marimbondos que sempre me parecem
personagens de Lope de Vega. Às
vezes um galo canta. Às vezes um
avião passa. Tudo está certo, no seu
lugar, cumprindo o seu destino. E eu me
sinto completamente feliz.
Mas, quando falo dessas pequenas
felicidades certas, que estão diante de
cada janela, uns dizem que essas coisas
não existem, outros que só existem
diante das minhas janelas, e outros,
finalmente, que é preciso aprender a
olhar, para poder vê-las assim.
Houve um tempo em que minha janela
se abria sobre uma cidade que parecia
ser feita de giz. Perto da janela havia um
pequeno jardim quase seco.
Era uma época de estiagem, de terra
esfarelada, e o jardim parecia morto.
Mas todas as manhãs vinha um pobre
com um balde e, em silêncio, ia atirando
com a mão umas gotas de água sobre
as plantas. Não era uma rega: era uma
espécie de aspersão ritual, para que o
jardim não morresse. E eu olhava para
as plantas, para o homem, para as gotas
de água que caíam de seus dedos
magros e meu coração ficava
completamente feliz.
Às vezes abro a janela e encontro o
jasmineiro em flor. Outras vezes
encontro nuvens espessas. Avisto
crinças que vão para a escola. Pardais
que pulam pelo muro. Gatos que abrem
e fecham os olhos, sonhando com
pardais. Borboletas brancas, duas a
duas, como refelectidas no espelho do ar.
Marimbondos que sempre me parecem
personagens de Lope de Vega. Às
vezes um galo canta. Às vezes um
avião passa. Tudo está certo, no seu
lugar, cumprindo o seu destino. E eu me
sinto completamente feliz.
Mas, quando falo dessas pequenas
felicidades certas, que estão diante de
cada janela, uns dizem que essas coisas
não existem, outros que só existem
diante das minhas janelas, e outros,
finalmente, que é preciso aprender a
olhar, para poder vê-las assim.
CECILIA MEIRELES
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